Editora Sagga
Na mídia: histórias, entrevistas e destaque editorial
No olho do furacão: historiador da UFMG lança coletânea sobre autoritarismo no Brasil
O Brasil de Fato destacou o lançamento da obra No olho do furacão: estudos de história política, do historiador Rodrigo Patto Sá Motta, professor da UFMG. Publicado pela SAGGA Editora, o livro reúne artigos e ensaios que discutem temas centrais da história política brasileira, como ditaduras, autoritarismo, cultura política, anticomunismo, repressão estatal, memória e os desafios contemporâneos à democracia. A reportagem ressalta que a coletânea busca compreender a permanência de práticas e discursos autoritários na história do Brasil, analisando golpes de Estado, tentativas de ruptura democrática e os conflitos em torno da memória política recente. A publicação também enfatiza a importância da pesquisa histórica para fortalecer o debate público e contribuir para a defesa dos valores democráticos.
Rodrigo Patto Sá Motta
Professor Titular da Universidade Federal de Minas Gerais e pesquisador 1D do CNPq. Tem experiência na área de História, com ênfase em História do Brasil República e História Contemporânea. Doutor em História pela Universidade de São Paulo (2000). Realizou estudos de pós-doutorado e atuou como professor-pesquisador visitante na Universidade de Maryland (2006-2007).




Britânicos ensinaram à ditadura brasileira técnicas e estratégia para montar a "Casa da Morte"
A reportagem apresenta documentos inéditos que apontam a colaboração entre agentes britânicos e integrantes da ditadura militar brasileira na formação de militares responsáveis por estruturas de repressão. O material revela que oficiais brasileiros participaram de um treinamento promovido pelo serviço de inteligência britânico (MI5), onde tiveram contato com técnicas de interrogatório, isolamento e estratégias posteriormente empregadas na chamada Casa da Morte de Petrópolis, um dos principais centros clandestinos de tortura do período.
João Roberto Martins Filho
Professor Titular Sênior do Departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal de São Carlos. Bacharel em Ciências Sociais pela Unicamp (1976), onde também concluiu o Mestrado em Ciência Política (1986) e o Doutorado em Ciências Sociais (1993). Coordenou, de 1996 a 2016, o Arquivo de Política Militar Ana Lagôa da UFSCar.




Novo livro denuncia 'patrulha ideológica' e cultura woke no Brasil
A obra A Tirania da Virtude, de Wilson Gomes, publicada pela Sagga Editora, ganhou destaque no jornal A TARDE, em matéria dedicada ao lançamento e às principais discussões propostas pelo autor. A reportagem apresenta o livro como um ensaio crítico sobre cultura identitária, militância “woke”, intolerância e dinâmicas de cancelamento no ambiente digital, destacando a defesa, feita pelo autor, do pluralismo, da tolerância e da argumentação pública como elementos importantes da convivência democrática. A matéria também aborda a construção da obra, suas referências teóricas e a trajetória acadêmica de Wilson Gomes, professor da Faculdade de Comunicação da UFBA.
Wilson Gomes
Professor Titular de Teoria da Comunicação na Universidade Federal da Bahia (UFBA), onde também atua como pesquisador e orientador no Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas. doutor em Filosofia pela Universitas a Scte. Thomae, em Roma, e graduado em Teologia pela Universitas Gregoriana, também em Roma.




Pesquisador esmiúça como censura militar interferiu em novelas do país
A revista Veja destacou o trabalho do pesquisador Guilherme Moreira Fernandes, autor do livro Mentalidade Censória e Telenovela na Ditadura Militar. A reportagem aborda os resultados da pesquisa desenvolvida pelo autor, que analisa como a censura exercida durante a ditadura militar brasileira influenciou diretamente a produção das telenovelas. Segundo a matéria, os órgãos de censura avaliavam sinopses e capítulos antes de sua exibição, determinando alterações em personagens, enredos e diálogos. O estudo evidencia que a censura não se limitava à retirada de cenas, mas interferia na construção das obras, influenciando temas considerados sensíveis pelo regime, como política, religião, costumes e questões sociais. A pesquisa também destaca a resistência de autores e roteiristas, que encontravam maneiras de manter críticas e reflexões em suas narrativas, mesmo diante das restrições impostas pelo Estado.




Guilherme Moreira Fernandes
Professor Adjunto do Centro de Artes, Humanidades e Letras da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (CAHL/UFRB) e Professor permanente do Programa de Pós-graduação em Comunicação da UFRB. Doutor em Comunicação e Cultura pelo Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (2018).
Livro sobre Manuel Querino está disponível para compra online
A obra Manuel R. Querino – Trajetória de um Afro-baiano nas Letras e Lutas, de Maria das Graças de Andrade Leal, ganhou destaque no Portal Soteropreta, importante espaço de comunicação afro-cultural de Salvador. A publicação ressalta a trajetória de Manuel Querino como jornalista, artista, educador, militante e intelectual, destacando seu pioneirismo na valorização da população negra e da cultura africana na história do Brasil. A matéria também apresenta aspectos da pesquisa desenvolvida pela autora e evidencia a contribuição da obra para a recuperação da memória, da atuação política e do pensamento de Querino no contexto da Bahia e do pós-abolição.
Maria das Graças de Andrade Leal
Doutora em História Social pela PUC-São Paulo (2004). Professora Titular-pleno da Universidade do Estado da Bahia-UNEB, onde leciona na Gradução do Curso de História e integra o quadro permanente de professores do Mestrado em História Regional e Local no Campus V - Santo Antônio de Jesus, onde exerce a função de Coordenadora, e do Programa de Pós-graduação em Ensino de História (PROFHISTÓRIA).
















